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Aspectos Históricos
Praia Grande, no litoral paulista, emancipou-se de São Vicente em 19 de janeiro de 1967, após séculos como área agrícola e de veraneio subdesenvolvida. A construção da Ponte Pênsil (1914) e, posteriormente, a Ponte do Mar Pequeno (anos 80) facilitaram o acesso, impulsionando o turismo e o crescimento imobiliário. A partir de 1993, a cidade se transformou com a modernização da orla, tornando-se hoje um dos principais destinos turísticos do Brasil. Origens e Povoamento: Originalmente habitada por índios tupiniquins, a área fazia parte da Capitania de São Vicente, colonizada em 1532. Durante séculos, a região era composta por sítios e núcleos caiçaras, sendo caminho do Padre José de Anchieta. O "Abandonado" Litoral: Até a década de 1960, a região, conhecida como "Peabuçu" (porto grande em tupi), sofria com a falta de infraestrutura básica, estradas precárias e saneamento, pertencendo a São Vicente. Emancipação (1967): A insatisfação com o abandono levou à emancipação em 1967, com Nicolau Paal como primeiro interventor e Dorivaldo Loria Junior como o primeiro prefeito eleito em 1968. Transformação e Turismo: A fama de "cidade de farofeiros" ou "Miami brasileira" nos anos 70/80 deu lugar a uma reestruturação a partir de 1993. Obras de urbanização da orla, pavimentação, saneamento e monitoramento por câmeras (Infovia) mudaram o perfil da cidade. Infraestrutura Atual: Com 22,5 km de praias, a cidade se destaca pela grande extensão de ciclovias, quiosques modernos e forte presença de veranistas, sendo um dos destinos mais procurados do estado.
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